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Evidência Fóssil

O registro fóssil fornece fotografias do passado que quando montadas, ilustram um panorama de mudança evolutiva através dos últimos quatro bilhões de anos. A imagem pode estar manchada em alguns lugares e pode ter pedaços faltando, mas evidências fósseis mostram claramente que a vida é antiga e tem mudado ao longo do tempo.

Primeiras descobertas fósseis
No século 17, Nicholas Steno sacudiu o mundo da ciência, ao notar a semelhança entre os dentes de tubarão e rochas comumente conhecidas como “línguas de pedra”. Essa foi a primeira vez que compreedemos que fósseis eram um registro da vida passada.

Dois séculos mais tarde, Mary Ann Mantell encontrou um dente, que seu marido Gideon pensou ser de uma grande iguana, mas que acabou por ser o dente de um dinossauro, o Iguanodon. Essa descoberta enviou a poderosa mensagem de que muitos fósseis representavam formas de vida que não estão mais conosco hoje.


Desenho anatômico de Nicholas Steno de um tubarão existente (à esquerda) e um fóssil de dente de tubarão (à direita). Steno deu um grande salto e declarou que dentes fósseis de fato vieram da boca de tubarões que viviam no passado.

Dicas adicionais dos fósseis
Hoje damos por garantida a existência dos fósseis, mas continuamos a aprender a partir deles. Cada novo fóssil contém pistas adicionais que aumenta nosso entendimento da história da vida e nos ajuda a responder questões sobre sua estória evolutiva. Exemplos incluem:

 
Ammonite  com marcas de mordida
Indicação de interações
Esse fóssil de amonite (veja à esquerda) mostra punções que alguns cientistas têm interpretado como a marca de mordida de um mosassauro, um tipo de réptil marinho predador que viveu no mesmo tempo que os amonites. Danos ao amonite têm sido correlacionados a forma e a capacidade dos dentes e das mandíbulas do mosassauro. Outros têm argumentado que os buracos foram criados pelas lapas que se fixavam aos amonites. Os pesquisadores examinam os fósseis de amonite, assim como os fósseis de mosassauros e o comportamento das lapas, para explorar essas hipóteses.

Seção de osso fino
Pistas a nível celular
Fósseis podem nos contar sobre padrões de crescimento em animais primitivos.  Ao lado é mostrado o corte transversal do osso da coxa de uma espécie sub-adulta de um dinossauro bico de pato Maiasaura. Os espaços brancos mostram que havia muitos vasos sanguíneos que atravessavam o osso, o que indica que era um osso de crescimento rápido. A linha ondulada horizontal preta no meio da figura é uma linha de crescimento, refletindo uma pausa sazonal no crescimento do animal.

Ensine Isso!
Planos de aula para ensinar sobre evidências fósseis



• Foto de dente de tubarão fóssil © 2004 University of California Museum of Paleontology.
• Foto de corte transversal de osso cortesia de Armand de Ricqlès, Jack Horner, e Kevin Padian.

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Tradução em espanhol do site Entendendo a Evolução para Professores da Sociedade Espanhola de Evolução Biológica.